sexta-feira, 9 de setembro de 2011

pergunto-me: porquê?

porquê? porque é que tive de te conhecer? porque é que tive de começar a falar contigo? porque é que tivemos de estar juntos? porque é que tinha de acontecer o que aconteceu? porque é que eu sou assim? porque é que não sou daquelas raparigas que não se apaixonam? tantas perguntas e tantos porquês, e uma única resposta para tudo isto... não sou dessas raparigas, apenas porque não sou. se fosse não estava como estou e podia fazer tudo outra vez sem estar a escrever isto, sem precisar de 'falar' com alguém, não precisava que 'alguém' me 'ouvisse', não precisava de nada disto! nada! odeio estar nesta situação. odeio ter-te no meu pensamento, odeio lembrar-me de ti todos os dias, lembrar-me do que fizemos/dissemos, odeio-me a mim mesma. como é que pude deixar que isto me afectasse outra vez? já devia saber que o amor não leva a lado nenhum, não adianta de nada nós nos apaixonarmos por alguém, se no fim acabamos sempre por sofrer. 
podemos gostar muito de uma pessoa, mas todos nós sabemos que tudo tem um fim, que nada dura para sempre e todos os fins são 'maus'. 'maus' porque nunca gostamos que acabe, e por vezes, nem da maneira como acaba. 
cada coisa que disseste, que fizeste, que dissemos, tudo aquilo que vivemos, está tudo dentro da minha cabeça, as recordações todas, não sei porquê mas por mais que eu tente fazer com que elas saiam, mais elas se interiorizam, e fico cada vez pior. 
faço-me de forte? faço. odeio-te? não. se vivia tudo contigo, outra vez? vivia. se o que vivi contigo numa semana foi importante? acredita que para eu estar a fazer isto agora, é porque foi mesmo importante!
se te amo? amo, com todas as letras. penso em ti todos os dias como já disse, e não percebo como pudeste ir embora depois de tudo o que disseste! quando dizias que o meu sorriso te fazia sorrir, quando dizias 'amo-te', quando dizias que era a mim quem querias, como é que foste capaz? não sei porquê, mas neste momento era suposto odiar-te e não te odeio e culpo-me por isso.
não sei que mais posso fazer, fazer por ti, por nós. 
só queria que chegasses ao pé de mim de novo e dissesses que me amas como eu te amo a ti!
sabes que mais? a-c-a-b-o-u. para mim chega, não aguento ficar contigo na minha cabeça e sofrer por uma pessoa que eu não sonhei para mim, sofrer por uma pessoa que no fundo, me usou e deitou fora. não somos iguais, e para mim acabou. 

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